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Espiritismo, um novo Amanhecer.

BOM DEMAIS

Diz a senhora:

– Chico, meu marido é uma dádiva. Bom em todos os sentidos, como pai, filho, irmão, companheiro, patrão…

– Beleza, minha irmã!…

– Mas tem um grave defeito: não é espírita.

E Chico:

– Se ele é tudo isso, não precisa ser espírita.

E, a sorrir:

– Tá bom demais!

A observação de Chico é, como sempre, pertinente.

Comentando sobre a missão da Doutrina Espírita, diz o espírito Fénelon, em o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo I:

 

A revolução que se apresta é antes moral do que material. Os grandes Espíritos, ensageiros divinos, sopram a fé, para que todos vós, obreiros esclarecidos e ardorosos, façais ouvir a vossa voz humilde, porquanto sois o grão de areia; mas, sem grãos de areia, não existiriam as montanhas. Assim, pois, que estas palavras – “Somos pequenos” – careçam para vós de significação. A cada um a sua missão, a cada um o seu trabalho. Não constrói a formiga o edifício de sua república e imperceptíveis animálculos não elevam continentes?

 

A Doutrina dos Espíritos está no mundo para nos conscientizar de nossas responsabilidades, convocando-nos a combater imperfeições e mazelas, buscando aquele Homem Novo, a que se refere o apóstolo Paulo, o Homem Cristão.

Para tanto, oferece esclarecimentos fundamentais, destacando-se:

 

  • A Terra é um Mundo de provas e expiações, habitada por Espíritos imperfeitos, cuja principal característica é o egoísmo, elemento gerador de todos os males humanos.

 

  • Problemas, dores, dificuldades, dissabores, fazem parte do processo de nosso reajuste às Leis Divinas, que infringimos com os desvios do passado próximo, na existência atua, ou remoto, em existências anteriores.

 

  • O Evangelho é a bússola sagrada, o grande roteiro de renovação, facultando-nos uma jornada produtiva e equilibrada pelas lides humanas, sem novos desafios.

 

Nada disso é novidade.

Se atentarmos à essência das grandes religiões, particularmente do Cristianismo, perceberemos que o apelo é sempre da renovação e do esforço no bem.

Jesus ensinou de forma bem clara tudo isso, usando sempre a maravilhosa didática do exemplo.

O que faz a diferença no Espiritismo é o apelo à razão, a partir do contato com os espíritos, no intercâmbio com o Além.

Somos alertados, de forma clara e incisiva, quanto às nossas responsabilidades, a partir do conhecimento das realidades espirituais e dos objetivos da jornada humana.

***

não obstante o mais importante que o conhecer é o vivenciar.

Há pessoas sensatas e generosas, Espíritos mais amadurecidos, que, espontaneamente, cumprem todos esses princípios, ainda que vinculados a outra religião, ou sem professar religião nenhuma.

Não é preciso ser espírita para observar os valores do bem e da verdade. E quando chegar a nossa hora, quando retornarmos ao Mundo Espiritual, a religião que é uma benção aqui será o nosso repto lá.

Inelutavelmente seremos questionados quanto ao que fizermos dos princípios sagrados que nos foram confiados.

Por isso jamais, como espíritas, teremos o direito de discriminar os nos julgarmos superiores a alguém que não professe nossa crença.

Oportuno lembrar que todos temos, em nosso círculo de relações, no lar ou fora dele, pessoas abençoadas que, embora não conheçam o Espiritismo inspire-nos a dizer, quanto ao seu comportamento:

– Tá bom demais!

Fim.

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Richard Simonetti

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