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Espiritismo, um novo Amanhecer.

DETETIZAÇÃO FLUÍDICA

Tarde ensolarada de sábado, meados de novembro de 2007, trabalhávamos na Seara Espírita, precisamente, na Fluidoterapia, popularmente chamada de “Passe”. Sendo uma das principais terapias de qualquer Casa Espírita, juntamente com a Doutrinária, a sistemática deste tratamento é baseada na doação de fluidos energéticos através da imposição das mãos do passista sobre os principais pontos de energia (Chakras) do receptor. A depender da prescrição dada para cada paciente, aplicávamos passes simples, ministrado por apenas um dos assistentes, ou triplo, com a intervenção de três passistas.

Com o intuito de tornar a dinâmica do tratamento mais eficiente e discreta possível, adotamos o procedimento no qual, antes do paciente acessar o ambiente, consultávamos sua ficha, e já nos posicionávamos a fim de aplicar o prescrito.

Neste dia, um garotinho muito simpático, estagiando por seus sete anos de idade aproximadamente, adentrou nossa sala. Sentou-se um tanto quanto “desconfiado”, ao que, arrisquei perguntar:

– Amiguinho, está tudo bem?

– Está sim! – respondeu de forma enigmática.

Não conformado com a resposta um tanto sem ânimo do garoto, insisti:

– Está mesmo… Gostaria de conversar um pouco?

Desta vez, com um pouco mais de convicção, embora, ainda desanimado, nos respondeu:

– NÃO! Não está tudo bem mesmo. Minha cabeça está cheia de piolhos!

A fim de sugestioná-lo, uma das amigas que nos auxiliava, impôs as mãos e acrescentou de imediato:

– Deixa comigo, hoje vão morrer todos.

Num suspiro profundo, o garoto rebateu aquela “assertiva”:

– Hum.. sei não, tia, porque até o olho está coçando.

Embora eu não tivesse a menor ideia que tipo de passe ela usaria para resolver aquele problema, confesso que fiquei admirado com tamanha dedicação e cuidado com os mais necessitados. Foi quando lembrei que a amiga havia participado recentemente de um seminário: “Magnetismo, a força Fluídica”, e talvez tivesse esquecido de compartilhar conosco, quem sabe, um novo “mecanismo dedetizador” do passe.

Fiquei imaginando ainda se os pais haviam trazido a criança à Casa Espírita para resolver o problema daqueles “minúsculos e implacáveis obsessores” que atormentavam aquela cabecinha inocente. Mais tarde pude constatar que sua genitora o havia levado para tratar de uma problemática do sono, acompanhada de uma profunda coceira em sua cabeleira abundante, sem motivo aparente. Obsessor é assim mesmo, não gostam de aparecer, a não ser para os médiuns videntes.

*****

Meus Caros Amigos, o conto é singelo, contudo, verídico.
Pois bem, deixemos o trabalho de “dedetização” para as mãezinhas queridas, com o apoio dos laboratórios farmacêuticos sempre muito dedicados e, a nós outros, façamos a parte que nos cabe. Vamos Orar!

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Cesar de Souza

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